
Capitulo um
Do começo ao fim
A noite estava estrelada na rua dos Alfeneiros Nº4. Eram oito da noite e varias pessoas já estavam em suas casas descançando. Mas Harry Potter e Ravewn Riddle ainda se encontravam na rua.
Harry era um garoto um tanto magricela éla idade dele, tinha os cabelos sempre despenteados e seus olhos eram verde vivo. Ravewn era da altura de Harry, tinha os cabelos muito negros que chegavam um pouco abaixo dos ombros, e seus olhos também eram verdes.
No final do ano letivo passado, Harry descobriu que Ravewn era sua irmã por parte de mãe. Nesse pouco tempo de férias, seu arque inimigo, Lord Voldemort, não havia dado sinal nenhum de perigo. Isso o preocupava um pouco, pois da última vez que isso aconteceu, Voldermort estava preparando-se para pegar a Tocha de Chama Verde.
Harry e Ravewn estavam na rua das Mongnólias indo em direção da rua dos Alfeneiros. Os dois conversavam alegremente.
- Você já sabe qual vai ser o time que vai representar Hogwarts no final do ano letivo que vem? – perguntava Ravewn enquando eles caminhavam.
- Não sei exatamente – respondeu Harry ao dobrarem uma rua muito escura – mas concerteza você vai estar jogando.
- É bom mesmo sabe – disse ela em um tom ameaçador – senão eu iria lançar uma azaração em você.
Harry não respondeu e parou de andar derrepente.
- Que foi? – perguntou Ravewn vendo Harry.
Ele não respondeu, tinha acabo de ver um vulto branco no beco da rua das Mongnólias.
- Que foi? – perguntou novamente ela.
- Acho que vi algo ali – Harry apontou para o beco.
- Não há nada ali – disse Ravewn olhando o beco também.
Harry olhou o beco por mais um tempo, até que Ravewn o puxou para irem embora. Os dois sairam andando então uma voz soou do beco.
- Harry Potter.
Ele se virou rápidamente com a mão na varinha e não viu nada. Tudo estava novamente calmo, como se nada tivesse acontecido. Algo naquela voz lembrava alguma coisa para Harry. Havia alguma coisa famíliar naquela voz como se ele já tivesse a escutado.
- Que foi isso? – Ravewn estava com a varinha na mão.
- Não sei – Harry olhou em todo o lugar, mas não havia nada.
- Vamos sair daqui – Ravewn puxou Harry novamente e os dois sairam andando rápidamente.
Os dois começaram a andar muito rápidos pelas ruas. Harry ficava mais ofegante a cada pesso que davam. O que foi aquilo, pensou ele, será que estou começando a ficar louco? Harry balançou a cabeça, isso é impossivel porque Ravewn também ouviu a voz, disse a si mesmo.
- Chegamos.
Harry olhou para frente e os dois já estavam na frende da casa dos Dursley. Eles entraram sem fazer barulho, mas Tio Válter já estava do outro lado da porta.
- Como vocês se atrevem a ficar andando pelas ruas a essa hora da noite? – perguntou ele cheio de raiva.
- Se atrevendo – disse Ravewn entrando na casa calmamente.
- Você não pode usar este tom de voz comigo menina – gritou Tio Válter.
- Nem você usar esse conosco – disse ela.
Harry não estava mais prestando atenção nos dois; subiu direto para seu quarto e começou a pensar no que havia acontecido.
- Pense – disse a si mesmo – aonde é que você já ouviu aquela voz.
Ele se deitou na cama. Ele passou um tempo em silêncio escutando Tio Válter e Ravewn discutindo. Por que eu estou me preocupando com essa voz? Pensou ele. Por que eu estou me importando com isso? Por que? Por que? Harry não estava mais entendendo nada...
- Harry?
Uma voz feminina soou em seus ouvidos. Estava muito bom ficar de olho fechado, ele não queria abrir os olhos.
- Harry?
A voz feminina agora parecia um pouco aterrorizada. Harry abriu os olhos e viu de quem era a voz. Em sua frente se encontrava uma Hermione com os olhos cheios de aguá a ponto de desmaiar. Ao lado dela seu amigo Rony estava com uma cara muito palida. Ao lado de Rony se encontrava David e seus cabelos muito negros caidos entre os olhos o observando.
- Harry – Hermione se atirou no pescoço de Harry derrubando varias lagrimas em seu peito.
Ele não estava entendendo nada; a pouco tempo atrás ele estava em seu quarto pensando em uma coisa absurda, e agora estava em um local que nem ele mesmo sabia aonde era.
- Oi de volta cara – disse Rony sorrindo.
- Como que é o outro mundo? – perguntou David.
Harry se levantou e olhou em volta. Ele estava na floresta proibida de Hogwarts, mas como? Ninguém estava falando nada que tivesse sentido.
- Diz alguma coisa Harry! – pediu Rony.
- Que está acontecendo? – perguntou ele.
- Como assim o que está acontecendo? – perguntou David – você fez tudo isso acontecer!
- Eu fiz o que? – perguntou Harry ainda confuso.
- Você não se lembra de nada? – perguntou a voz abafada de Hermione.
- Lembrar do que? – perguntou Harry começando a se irritar.
Rony e David o olharam por um instante então disseram.
- Você estava morto cara – disse Rony.
- Voldemort o matou – disse David.
- O que? – exclamou Harry.
- Harry acho melhor você descançar – Hermione se afastou de Harry e o fez deitar no chão.
- Não! – disse ele se resistindo – eu estou bem, vocês que não estão.
Varios pássaros sairam voando das árvores proximas. Tudo estava em silêncio, então agumas vozes desconhecidas começaram a soar. Harry olhou para ver o que era e viu uma garota loira de cabelos lisos de pé. Logo atrás duas garotas, uma de cabelos castanhos muito escuros e outra de cabelos castanhos claros liso.
- Mas o que... – começou a falar Harry, mas sua cicatriz começou a arder muito, tudo começou a rodar com se ele estivesse em um redemuinho...
- Harry!
Outra voz o chamou. Dessa vez ele conhecia de quem era. Ao abrir os olhos viu Ravewn em sua frente.
- Harry você está bem? – perguntou ela preocupada.
- Acho que sim – disse ele se sentando na cama – o que ouve?
- Depois que eu terminei de discutir com o Tio Válter – disse ela – eu subi aqui e encontrei você deitado aqui na cama grintando.
Harry olhou para ela e percebeu que ele estava ficando maluco. Tudo estava sem sentido naquela noite.
- Tem certeza de que você está bem? – perguntou Ravewn novamente.
- Estou um pouco confuso – disse ele.
- Por quê? – perguntou ela se sentando na cama – não consigo mais ler sua mente quero saber.
- Acabei de ter um sonho estranho – disse ele – aqueles sonhos reais.
- Como? – perguntou ela surpressa – você sabe oclumência não pode mais ter esse tipo de sonho.
- Não sei – disse ele – Hermione, David, Rony e três garotas estranhas estavam no sonho – Harry olhou para Ravewn – eles me disseram que Voldemort havia me matado.
- Não – disse Ravewn um pouco chocada – quero dizer, como é que meu pai vai te matar e você vai viver para saber que ele te matou?
Harry pensou no que a garota disse, e teve que concordar com ela.
- Acredite em mim Harry – disse ela – isso foi só um sonho normal.
Harry concordou com a cabeça, então ouviu Tia Petunia chamar eles para jantarem. Os dois, desceram até a cozinha dos Dursley e silêncio e se sentaram na nas cadeiras sem dizerem nada